When I hear music, I fear no danger. I am invulnerable. I see no foe. I am related to the earliest times, and to the latest.
- Henry David Thoreau -
Condensing fact from the vapor of nuance since 2003
11.8.08
“Second Treatise of Government” - John Locke
http://www.theatlantic.com/doc/200807/google
The arrival of Gutenberg’s printing press, in the 15th century, set off another round of teeth gnashing. The Italian humanist Hieronimo Squarciafico worried that the easy availability of books would lead to intellectual laziness, making men “less studious” and weakening their minds. Others argued that cheaply printed books and broadsheets would undermine religious authority, demean the work of scholars and scribes, and spread sedition and debauchery. As New York University professor Clay Shirky notes, “Most of the arguments made against the printing press were correct, even prescient.” But, again, the doomsayers were unable to imagine the myriad blessings that the printed word would deliver.
So, yes, you should be skeptical of my skepticism. Perhaps those who dismiss critics of the Internet as Luddites or nostalgists will be proved correct, and from our hyperactive, data-stoked minds will spring a golden age of intellectual discovery and universal wisdom. Then again, the Net isn’t the alphabet, and although it may replace the printing press, it produces something altogether different. The kind of deep reading that a sequence of printed pages promotes is valuable not just for the knowledge we acquire from the author’s words but for the intellectual vibrations those words set off within our own minds. In the quiet spaces opened up by the sustained, undistracted reading of a book, or by any other act of contemplation, for that matter, we make our own associations, draw our own inferences and analogies, foster our own ideas. Deep reading, as Maryanne Wolf argues, is indistinguishable from deep thinking.
If we lose those quiet spaces, or fill them up with “content,” we will sacrifice something important not only in our selves but in our culture. In a recent essay, the playwright Richard Foreman eloquently described what’s at stake:
I come from a tradition of Western culture, in which the ideal (my ideal) was the complex, dense and “cathedral-like” structure of the highly educated and articulate personality—a man or woman who carried inside themselves a personally constructed and unique version of the entire heritage of the West. [But now] I see within us all (myself included) the replacement of complex inner density with a new kind of self—evolving under the pressure of information overload and the technology of the “instantly available.”
As we are drained of our “inner repertory of dense cultural inheritance,” Foreman concluded, we risk turning into “‘pancake people’—spread wide and thin as we connect with that vast network of information accessed by the mere touch of a button.”
I’m haunted by that scene in 2001. What makes it so poignant, and so weird, is the computer’s emotional response to the disassembly of its mind: its despair as one circuit after another goes dark, its childlike pleading with the astronaut—“I can feel it. I can feel it. I’m afraid”—and its final reversion to what can only be called a state of innocence. HAL’s outpouring of feeling contrasts with the emotionlessness that characterizes the human figures in the film, who go about their business with an almost robotic efficiency. Their thoughts and actions feel scripted, as if they’re following the steps of an algorithm. In the world of 2001, people have become so machinelike that the most human character turns out to be a machine. That’s the essence of Kubrick’s dark prophecy: as we come to rely on computers to mediate our understanding of the world, it is our own intelligence that flattens into artificial intelligence.
8.8.08
Assaltantes do BES recusaram-se a negociar com a polícia e ameaçaram executar reféns
08.08.2008 - 15h37 Cláudia Bancaleiro, Paula Torres de Carvalho
Os dois homens que ontem assaltaram uma dependência do BES em Lisboa recusaram-se a negociar com as autoridades e ameaçaram durante o processo de conversação com a polícia, que se prolongou por cerca de oito horas, executar as duas pessoas que mantiveram sob sequestro. O assalto terminou pelas 23h00, quando os dois homens se dirigiram por sua iniciativa até à porta do banco, sob o escudo de dois reféns, acabando um deles por ser morto pela polícia e um segundo ferido com gravidade. Os dois reféns escaparam ilesos.
Numa conferência de imprensa realizada esta tarde, o director nacional da PSP, Francisco Oliveira Pereira, adiantou que os dois homens,"com idades entre 25 e 35 anos", estavam em situação ilegal no país e que o assalto que tentaram realizar à dependência bancária terá sido planeado, já que os reféns foram imobilizados com o recurso a algemas de plástico. Ainda de acordo com Oliveira Pereira, as armas utilizadas pelos dois homens “são provavelmente ilegais”.
A identidade e nacionalidade dos dois homens não foi revelada, depois de informações avançadas nas primeiras horas após o assalto indicarem que se tratavam de cidadãos brasileiros, o que não foi confirmado oficialmente. “A polícia não estigmatiza nem pela cor da pele nem pela sua nacionalidade. A única coisa que dizemos é que são cidadãos estrangeiros. Recusamo-nos a confirmar se são brasileiros ou italianos”, respondeu o director nacional da PSP aos jornalistas.
Ao PÚBLICO, o secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança, o general Leonel Carvalho, indicou que foram dadas recomendações à polícia para não serem avançados dados quanto à identidade dos assaltantes. O responsável confirmou, porém, que não tinham registos criminais em Portugal e que estavam no país “há alguns meses”. Apesar do director nacional da PSP ter afirmado que os dois assaltantes estariam ilegalmente em Portugal, o general Leonel Carvalho disse que a situação está ainda a ser investigada.
”PSP tentou salvar a vida de todos os intervenientes”
Francisco Oliveira Pereira fez um balanço positivo da operação, onde pela primeira vez foi dada ordem para neutralizar assaltantes, perante a ameaça sobre a vida dos reféns. “Foi uma operação com elevado sucesso”, frisou.
O subintendente do Grupo de Operações Especiais da PSP (GOE), Carlos Ribeiro, também presente na conferência de imprensa, assegurou que foram feitos todos os esforços para resolver o caso através de negociações. “Tentámos as negociações até ao limite. Salvaguardamos a vida de todos mas não conseguimos. A PSP tentou até ao limite das suas capacidades e possibilidades para salvaguardar a vida de todos os intervenientes na dependência bancária. As negociações foram delicadas”, contou o responsável dos GOE, acrescentando que ao longo do sequestro a polícia manteve algumas conversações telefónicas com os homens.
O director nacional da PSP sublinhou que a operação foi “100 por cento eficaz”, e que “o que foi feito foi sempre a favor da vida das pessoas”. “Foi com base nesse pressuposto e na postura deles e foi por isso que tomámos uma atitude definitiva. Não atirámos para matar, atirámos para neutralizar”, reforçou.
Polícia vai investigar relação com outros assaltos
O secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança (GCS) adiantou ao PÚBLICO que o caso está em investigação para averiguar a possível relação com outros assaltos a bancos cometidos em Portugal.
Leonel Carvalho explicou que o local do crime foi de imediato vedado para investigação e recolha de possíveis vestígios de ADN que possam vir a confirmar uma ligação com outros assaltos a dependências bancárias.
O responsável do GCS acrescentou que a acção da PSP está também a ser avaliada, um procedimento obrigatório neste tipo de casos para apurar se foram cometidas irregularidades durante a operação.
Assalto terminou com morte de um dos homens
O assalto à dependência do BES de Campolide terminou na noite passada com a morte de um dos assaltantes, ferimentos graves num outro e a libertação dos dois reféns. No início do assalto, eram seis as pessoas mantidas no interior do banco. Quatro saíram duranre as negociações com a polícia.
Os assaltantes entraram às 15h05 no interior da dependência do BES, na Rua Marquês da Fronteira, tendo o alerta sido dado por uma mulher que estava a levantar dinheiro na caixa multibanco.
Após várias horas de negociações sem sucesso, os dois homens aproximaram-se da porta do banco com os dois reféns, uma situação que ficou sem explicações por parte da polícia. “Não sabemos explicar essa circunstância. Foi uma iniciativa dos sequestradores”, adiantou o director nacional da PSP.
As exigências que foram feitas pelos dois homens não foram reveladas, mas a polícia informou que pretendiam fugir numa viatura com os reféns.
Às 23h23, ouviram-se tiros disparados por "snipers" e, segundos depois, os dois reféns conseguiam fugir. Um dos assaltantes morreu no local, enquanto um segundo foi atingido no crânio e na face, estando internado Hospital de São José.
O caso, no qual foram cometidos os crimes de roubo e de sequestro, está agora nas mãos da Polícia Judiciária e serrá depois participado ao Ministério Público.
Portagens, o bosão de Higgs e o OK Corral
7.8.08
6.8.08

The Knife
Can I explain this to you? Your eyes
are entrances the mouths of caves
I issue from wonderful interiors
upon a blessed sea and a fine day,
from inside these caves I look and dream.
Your hair explicable as a waterfall
in some black liquid cooled by legend
fell across my thought in a moment
became a garment I am naked without
lines drawn across through morning and evening.
And in your body each minute I died
moving your thigh could disinter me
from a grave in a distant city:
your breasts deserted by cloth, clothed in twilight
filled me with tears, sweet cups of flesh.
Yes, to touch two fingers made us worlds
stars, waters, promontories, chaos
swooning in elements without form or time
come down through long seas among sea marvels
embracing like survivors in our islands.
This I think happened to us together
though now no shadow of it flickers in your hands
your eyes look down on ordinary streets
If I talk to you I might be a bird
with a message, a dead man, a photograph.
- Keith Douglas (b.1920 - d. 1944)
Muhahaha! (tarda mas não falha)
Desempregados sem subsídio porque não receberam carta para se apresentar nos centros de emprego
João Ramos de Almeida / Público
Os centros de emprego estão a anular a inscrição de desempregados e a cortar os seus subsídios porque não respondem à convocatória dos serviços, refere um relatório de uma equipa da Provedoria da Justiça.
A maioria dos beneficiários afectados diz que não recebeu a notificação dos centros de emprego. O Ministério do Trabalho não comentou este facto até ao fecho da edição.
O corte nos subsídios é legal e deve-se, sobretudo, à falta de comparência do beneficiário à visita quinzenal marcada pelos centros ou à convocatória por carta. Só que a principal justificação dos beneficiários afectados é a de que nunca receberam as convocatórias porque os CTT não as entregaram. Os centros de emprego alegam que, nesse caso, os desempregados terão de apresentar uma carta dos CTT a reconhecer a falha. O relatório descreve diversas situações em que os próprios Correios o admitem, mas nem sempre é fácil obter esse documento.
A informação é referida numa nota ontem difundida pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) em que se dá conta da auditoria da Provedoria de Justiça à Comissão de Recursos da anulação de inscrição nos centros de emprego.
A CGTP mostra-se cautelosa porque não está segura sobre a razão da falta dos beneficiários. Mas considera ser "não aceitável que os beneficiários sejam afectados" pelo facto de os CTT estarem a prestar "um serviço deficiente", provocado por "medidas economicistas". A central propõe que o Estado estabeleça protocolos com os CTT, com vista a dar maior atenção à correspondência dos centros de emprego.
Os dados oficiais revelam que a Segurança Social despende cada vez menos com os subsídios de desemprego, apesar da taxa de desemprego não apresentar melhorias. A conta de 2007, recentemente analisada pelo Tribunal de Contas, revelou que a dotação para o subsídio de desemprego ficou aquém do previsto. Na aprovação do Orçamento de Estado (OE), a previsão era de se gastar 1967 milhões de euros. Um ano depois, no OE de 2008, previa-se uma execução de 1750 milhões de euros. Em Dezembro de 2007, a despesa já era de 1410 milhões e, finalmente, em Abril de 2008, fechou em 1325 milhões.
Em parte, esta evolução deve-se à diminuição do número de desempregados que recebem subsídio. Num estudo da CGTP sobre dados oficiais, foi referido que, de 2005 a 2007, o universo dos desempregados apoiados passou de 72 para 56 por cento do total dos registados pelo INE. No primeiro trimestre, a cobertura tinha subido para 59 por cento. A CGTP explica os números pela progressiva precariedade do emprego e pela perda do subsídio pelos desempregados de longa duração. Agora, junta-se a intervenção dos centros de emprego.
5.8.08

I'm just a moment in your life
And you're just a flicker in my mind
I didn't need you, as much as I needed sleep
So how can such a passing thing, seem to go so deep
We were just weekender Berliners
We were just weekender Berliners
Throwing coins into the pool
Making wishes out of fools
I'm just a moment in your life
And you're just a flicker in my mind
Maybe I see you again, maybe I never will
But I'll always have this picture that I hold very still
When we were just weekender Berliners
We were just weekender Berliners
Throwing coins into the pool
Making wishes - mine was just for you
I'm just a moment in your life
And you're just a flicker in my mind
Maybe I see you again maybe I never will
But I'll always have this picture that I'll hold very still
When we were just weekender Berliners
We were just weekender Berliners
We were just weekender Berliners
Weekender Berliners
(Borland)
Uma na ferradura
- William Hazlitt
Uma no cravo
E fico feliz por seres tu quem me acompanha e em quem deposito a confiança que quaisquer outros indivíduos, por hoje N >= 1, não merecem. A espécie não presta e dou-te o braço a torcer quanto ao que está feito.
O melhor de poder ver, mãos no volante, livre em pensamentos e tão emancipado quanto desejo, um avião erguer-se direito ao impossível é um crime de soberba. Tanto mais a ouvir isto.
INBETWEEN DREAMS
The waking hours are the wasted hours
in your scheme of things
you´re waiting for the night to fall
with the sleep it brings
you say you´re tired of everything
and there´s nothing new to see
a great slab of day gets in the way
of where you want to be
Breathing out, breathing in, it´s light again, in between dreams
passing time, marking time, killing time, in between dreams
breathing out, breathing in, it´s light again, in between dreams
It´s all to much to care about
this struggle to get by
your like to cancel out the day
when you close your eyes
and drift into another world
it´s a line you´ve often crossed
you tried to keep a balance
but it´s a war you´ve fought and lost
Breathing out, breathing in, it´s light again, in between dreams
passing time, marking time, killing time, in between dreams
breathing out, breathing in, it´s light again, in between dreams
The real world just makes you sad
sometimes dreams are all you had
but now you think that dreams are all you need
Breathing out, breathing in, it´s light again, in between dreams
passing time, marking time, killing time, in between dreams
breathing out, breathing in, it´s light again, in between dreams
a child turning into a man,
I looked into the air too long.
The ball fell in my hand, it sang
in the closed fist: Open Open
Behold a gift designed to kill.
Now in my dial of glass appears
the soldier who is going to die.
He smiles, and moves about in ways
his mother knows, habits of his.
The wires touch his face: I cry
NOW. Death, like a familiar, hears
And look, has made a man of dust
of a man of flesh. This sorcery
I do. Being damned, I am amused
to see the centre of love diffused
and the wave of love travel into vacancy.
How easy it is to make a ghost.
The weightless mosquito touches
her tiny shadow on the stone,
and with how like, how infinite
a lightness, man and shadow meet.
They fuse. A shadow is a man
when the mosquito death approaches
- Keith Douglas
2.8.08
1.8.08
"Luís Nazaré deixou a presidência dos CTT mas continua a receber parte do salário, como presidente de um ‘comité de estratégia dos Correios’ que acumula com funções privadas. Nazaré diz que não há incompatibilidade, garantindo que é prática comum em muitas empresas".
O único comentário, é que estas coisas, vergonhosas, de escândalo indecente, nunca serão comentadas no Causa Nossa.
Daily Mirror
Acéfalos
Publicado por Gabriel Silva em 31 Julho, 2008
Tudo à volta de Magalhães* é mais do que ridículo, cheira mesmo a mentira. Desinformação total, como há muito não se via.
1. No comunicado oficial do governo diz-se: «será o primeiro computador portátil com acesso à Internet montado em Portugal». A sério? Então a JP Sá Couto não fabrica os portáteis Tsunami? E a Solbi e… O Pinho anda mal informado……
E diz ainda Sócrates que terá o «ultimo processador da Intel». Mas isso também não é verdade.
2. O dito «lançamento mundial» é uma treta. O computador existe e é comercializado desde 200630 países. Que seja criada um marca branca para os palops, compreende-se, mas porque se lhe dá patrocínio? sendo fabricado sob licença e vendido em mais de
3. A Intel nem sequer escolheu Portugal para este «projecto». Foi o governo que escolheu a Intel.
Embora não se explique nem ninguém pergunte, porquê a Intel e não um qualquer outro seu concorrente? «Oh Cravinho, não dizes nada? »
4. Fábrica da Intel em Portugal? Não, diz o presidente da empresa.
5. Neste vídeo da RTP Rodrigues dos Santos faz uma bela peça de marketing.
Repare-se como ele apresenta os «criadores» e os «autores de desenvolvimento»….. De seguida, quando Sá Couto fala em produto da Intel, ele, oportunamente, interrompe e pergunta: «Quando diz que é da Intel quer dizer que não é 100% português?» Repararam na pergunta? Na verdade, se alguma dúvida houvesse é se o computador terá alguma coisa de português para além de ser montado em Matosinhos e ter um ou dois programas de software nacional.
E eles (jornalistas) comem tudo, eles comem tudo tudo, eles comem tudo o que se lhes dá.
31.7.08
First having read the book of myths,
and loaded the camera,
and checked the edge of the knife-blade,
I put on
the body-armor of black rubber
the absurd flippers
the grave and awkward mask.
I am having to do this
not like Cousteau with his
assiduous team
aboard the sun-flooded schooner
but here alone.
There is a ladder.
The ladder is always there
hanging innocently
close to the side of the schooner.
We know what it is for,
we who have used it.
Otherwise
it is a piece of maritime floss
some sundry equipment.
I go down.
Rung after rung and still
the oxygen immerses me
the blue light
the clear atoms
of our human air.
I go down.
My flippers cripple me,
I crawl like an insect down the ladder
and there is no one
to tell me when the ocean
will begin.
First the air is blue and then
it is bluer and then green and then
black I am blacking out and yet
my mask is powerful
it pumps my blood with power
the sea is another story
the sea is not a question of power
I have to learn alone
to turn my body without force
in the deep element.
And now: it is easy to forget
what I came for
among so many who have always
lived here
swaying their crenellated fans
between the reefs
and besides
you breathe differently down here.
I came to explore the wreck.
The words are purposes.
The words are maps.
I came to see the damage that was done
and the treasures that prevail.
I stroke the beam of my lamp
slowly along the flank
of something more permanent
than fish or weed
the thing I came for:
the wreck and not the story of the wreck
the thing itself and not the myth
the drowned face always staring
toward the sun
the evidence of damage
worn by salt and away into this threadbare beauty
the ribs of the disaster
curving their assertion
among the tentative haunters.
This is the place.
And I am here, the mermaid whose dark hair
streams black, the merman in his armored body.
We circle silently
about the wreck
we dive into the hold.
I am she: I am he
whose drowned face sleeps with open eyes
whose breasts still bear the stress
whose silver, copper, vermeil cargo lies
obscurely inside barrels
half-wedged and left to rot
we are the half-destroyed instruments
that once held to a course
the water-eaten log
the fouled compass
We are, I am, you are
by cowardice or courage
the one who find our way
back to this scene
carrying a knife, a camera
a book of myths
in which
our names do not appear.
- Adrienne Rich
Concordas?
Se dizes que sim, vou ja buscar-te.
Adenda ao Top 5
O objectivismo. Já me esquecia.
* Pelo menos segundo a visão de Isabel Paterson, em The God of the Machine, que identificou três marcos fundamentais no caminho da barbárie para a sociedade moderna (leia-se democracia liberal e capitalismo): A descoberta da ciência pelos gregos, que possibilita a análise do conhecimento e, por extensão, da acção política; a descoberta do direito pelos romanos, que permite criar um sistema abstracto que pode defender o indivíduo da arbitrariedade do "poder"; e, por fim, e talvez mais significativo, a descoberta cristã da alma individual, cuja salvação depende de si própria e do seu livre-arbítrio.
Zapping
Canal 1
A protagonista de «Doidos por Mary», famosa pela sua delicada silhueta, quer ser uma mulher com curvas, noticia o El Mundo.
«Tenho um estilo de vida muito activo, adoro surf, snowboard, golf e caminhadas. Também gosto de ler, que é exercício para a mente. Mas preferia ganhar algum peso que perdê-lo. Gosto das mulheres com curvas. Quero ter um rabo grande», revelou.
A actriz tem muita confiança em si mesma, fruto da sua educação quando era mais nova. «Era sempre eu a filha problemática. Os meus pais deixavam-me fazer coisas que à minha pobre irmã mais velha sempre proibiram», confessou Díaz.
Canal 2
Com COFIDIS Valor Top, você tem a possibilidade de ter um crédito entre €11.000 a €20.000 criado a pensar em si, que não tem tempo a perder com processos burocráticos. Pode escolher o montante entre €11.000 a €20.000, e a modalidade de pagamento que mais lhe convém para realizar todos os seus projectos.
Opte pela mensalidade que preferir com a garantia de que o valor das prestações é igual todos os meses, sem aumentos. O pagamento será feito por débito directo na sua conta bancária, sempre no dia 1 de cada mês.
Se pretender reembolsar mais depressa poderá fazer pagamentos extra sem custos adicionais.
Canal 3
Cá para mim amanhã temos marcação de eleições para PR, o Governo cai, tornar-se-à pela primeira vez em 37 anos interessante saber o que se passa em Portugal, e a Federação Atlântica dos Açores & Madeira liberta-se do jugo continental.
Canal 4
A ministra da Saúde apelou esta terça-feira a todos os doentes em listas de espera para cirurgias há mais de dois anos que entrem em contacto com os serviços, porque no sistema não há nenhum utente naquelas condições, escreve a Lusa.
«Nós temos informação que há doentes que dizem que estão há mais de dois anos em lista de espera e o que temos no sistema é que não há nenhum doente que esteja há mais de dois anos em lista de espera. Portanto, ou não estão inscritos ou algo se passa», afirmou Ana Jorge, durante uma visita ao Hospital de Faro.
Sublinhando que se tratava de um apelo, dirigiu-se «a quem sinta que está há mais de dois anos à espera» para que se dirija ao seu médico de família, ao médico assistente ou ao centro de saúde.
Se ainda estiver vivo, telefone... Agora só preciso de um "técnico". Não precisa de saber fazer nada, basta ser "técnico". Ou melhor ainda, de um licenciado. Pode ser em rendas de bilros. É que queria apurar o share dos meus canais.
